Alunos do “BOPE” COEsp/2019 alegam que não sofreram violação a direitos fundamentais - ASSFAPOM - Associação dos Praças e Familiares da Polícia e Bombeiro Militar do Estado de Rondônia

Alunos do “BOPE” COEsp/2019 alegam que não sofreram violação a direitos fundamentais

18/04/2019 - [15:49] - Notícias

O site Brasil364 entrevistou e teve acesso com exclusividade a fotos e vídeos dos policias militar alunos do famoso curso operacional do BOPE “CAVEIRA” em Rondônia.

O EX-Capitão do BOPE Rodrigo Pimentel responde o que significa a Faca na Caveira do BOPE:

A faca do Bope significa o caráter de quem faz da ousadia sua conduta. Representa também o sigilo das missões. É o mais perfeito instrumento de combate que o homem já desenvolveu. Basta observar que a forma básica da faca não foi alterada em milênios. A caveira do Bope simboliza a inteligência e o conhecimento, mas também a morte. A faca cravada na caveira é o símbolo da SUPERAÇÃO humana. A origem dessa crença é incerta, porém comenta-se que durante a Segunda Guerra Mundial um grupo de comandos das forças aliadas teria ido a um campo de concentração nazista para libertar prisioneiros.

Ao entrarem na sala de um dos oficiais alemães verificaram que havia “troféus” macabros, como crânios e ossos humanos. Foi quando um soldado, num gesto de indignação, tirou uma adaga de seu uniforme e cravou uma faca em cima de um dos crânios, bradando a todos que a vida, naquele momento, venceu a morte. Dessa forma, a faca na caveira nasce significando a vitória sobre a morte.

Entenda o caso sobre o COEsp/2019

Nota dos alunos CAVEIRA “BOPE” COEsp/2019

Diante dos recentes acontecimentos envolvendo o VI Curso de Operações Especiais da Polícia Militar do Estado de Rondônia, nós, alunos do curso supracitado, vimos através desta nota esclarecer alguns fatos, fatos estes que de forma infundada, inverídica e sem qualquer prova contudente, culminaram no cancelamento do referido curso. Somos 16 homens, que deixando o conforto de seus lares, 9 deles pertencentes a outros estados da federação (AC, AM, AP, MT, PB, TO), buscaram em Rondônia a realização de um sonho. O sonho de ser homens de OPERAÇÕES ESPECIAIS. O curso em si, estava se desenvolvendo dentro dos padrões esperados na formação de policiais que, concluindo-o, fariam parte dos BOPE’s de seus respectivos estados. Para ser um CAVEIRA, o policial deverá se submeter a treinamentos árduos e intensos, procurando conhecer seus limites. Afinal, na vida real, esses homens atuam nas mais diversas áreas, seja na selva, na água, na montanha, na caatinga, etc. Onde for necessário, a qualquer hora e em qualquer lugar, o homem de Operações Especiais irá atuar e com certeza cumprirá sua missão com louvor. Não se admite fraqueza, pois quando o cidadão precisar de ajuda, estes policiais não darão desculpas para atendê-lo, independente das circunstâncias.


Acontece que houve uma denúncia de tortura e maus tratos aos alunos do curso, o que estamos aqui para dizer que NÃO PROCEDE. Não passamos ou presenciamos qualquer um dos alunos que permanecem no curso, ou até mesmo aqueles que por questões pessoais deixaram o turno, sofrendo algum tipo de tortura, seja física ou psicológica.


O curso possue em sua grade curricular matérias que envolvem defesa pessoal, técnicas de rastejo, transporte de feridos, salvamento aquático, entre outras. Qualquer um poderá ter hematomas ou lesões leves provenientes dessas instruções. O que não significa que isso trata-se de maus tratos, porém de uma etapa do curso a ser vencida para que o aluno continue avançando no treinamento. Em todos os campos de ensino haverão desistentes e cada um terá motivos nos quais irá embasar sua saída. Uns irão reconhecer a falta de preparo fisico , técnico ou mental. Outros vão preferir apontar culpados. NÓS alunos apenas queremos ter o direito de continuar lutando por nossos ideais, o que só será possível com o retorno do curso. Já fomos ouvidos nas oitivas do IPM na qualidade de testemunhas e também já nos submetemos a exame de corpo de delito, onde não se constatou nenhum sinal, por menor que fosse de tortura ou maus tratos.
Nos sentimos lesados em nosso direito de continuar no COESP e já buscamos recorrer da decisão que nos negou a realização de nossos sonhos. Ansiamos pela elucidação dos fatos, afinal, muitos de nós estão aqui sem receber ajuda de custo ou bolsa de estudos, contando somente com seus salários e a ajuda de amigos e camaradas. Queremos deixar claro a todos que os homens de Operações Especiais, tem um compromisso de honra, que é formar com qualidade novos irmãos, sem que haja desrespeito a dignidade humana.
Que sejam apurados os fatos! Mas que ao final de tudo, seja reconhecida a tamanha injustiça imposta a nós, alunos do VI COESP PMRO.


Atenciosamente:
Aluno 03
Aluno 06
Aluno 07
Aluno 10
Aluno 12
Aluno 13
Aluno 18
Aluno 19
Aluno 23
Aluno 26
Aluno 28
Aluno 29
Aluno 34
Aluno 35
Aluno 36
Aluno 37

O site Brasil364 procurou o comandante geral da PM/RO CEL/PM Mauro Ronaldo, que informou através do porta voz CAP/PM Miranda que se manifestará após ao término das investigações do “IPM” Inquérito Policial Militar que deverá ser concluso no prazo de 40 dias podendo ser prorrogado por mais 20 dias.

Enquanto isso os alunos caveiras “COEsp/2019” se articulam para impetrar mandado de segurança visando a retomado do curso do BOPE.

Fonte: brasil364.com.br

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